quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

OS BONS SAMARITANOS

Grandes são os desígnios
De quem doa a vida
A cuidar de outras vidas.

Grandes são as dádivas celestiais
De quem sana as dores
Sob a proteção a proteção da imunidade
De Luz sagrada do Mestre
Senhor Jesus Cristo.


Jaorish Gomes Teles da Silva
                                                              Recife, 3 de dezembro de 2014.

* A luz do sorriso

O Sorriso é lâmpada
Gloriosa que espraia
A todos alegria
Inconscientemente contagia.

A cada sorriso uma flor
Que nasce minorando ador
E revivendo a chama do Amor.

Quando alguém sorrir para você
Seé recíproco
É saudável receber
O que é bom e repartir
Com todos.
Vamos sorrir!

Jaorish Gomes Teles da Silva.

Recife, 5 de dezembro de 2014.

* Alegria de um amanhecer ensolarado

O dia nasceu tão lindo
E o Sol alegre sorrindo
Vem doar Energia e Luz.

As flores refletindo
A Luz solar pela Terra
Com o aroma da Paz
E de cada característica floral.

Vamos viver esse Sol Matinal!
Vamos em busca dos raios beatíficos,
Fonte de pura Energia!
Vem, não é magia!
É Fonte de Luz e Saúde Divinal!
Vamos viver esse Sol Divinal!
Vamos em busca da cura do Sol matinal!

Jaorish Gomes Teles da Silva

Recife, 1 de Dezembro de 2014.

* O JARDIM DE FLORES BALSÂMICAS

Existe um Jardim de Cura
Com flores balsâmicas e belas,
Dedicadas; de todas as cores, delicadas
Trabalhando com paciência e receptivas
Às dores, temores de quem chega em suas mãos.

Sob o Amor Divino das bênçãos
Do Mestre Senhor do Mundo e da Paz,
Do nosso Senhor Jesus.

Essas flores ajudam a construir
O maior e melhor Centro de Saúde e Pesquisa
Já famoso e reconhcecido em todo o meio científico brasileiro.

Quem ama também é amada,
Igualmente em redor as flores de amores
Pululam muitos beijas-flores
Em busca de Paz e cura
Que Deus e Seu Filho Jesus sempre abençoe
Esse Jardim de Flores Balsâmicas
.

Jaorish Gomes Teles da Silva
Recife, 1 de Dezembro de 2014.           

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

* ESTOU IRRITADO E REVOLTADO COM A FALTA DE CUMPRIMENTO DAS LEIS AMBIENTAIS NA MINHA CIDADE!

Palmares já é uma cidade barulhenta, com exageros dos volumes sonoros dos carros de sonorização (existem Leis regulamentadoras dos limites que não são obedecidas e não existe fiscalização). E em época de campanhas eleitorais a situação piora.
Situação terrível quando estamos atendendo um telefone e os barulhos dos carros de sonorização invadem nosso lar, atrapalhando a conversa (e até mesmo as conversas com amigos e família somos obrigados a parar e esperar que o barulho passe para continuar a conversa). 
Há tempo eu disse que não votaria nos candidatos que mais fizessem barulho passando por onde habito e no meu local de trabalho. 
Os carros dos desrespeitadores adoram ficar passando pela rua onde resido. Não sei porque esses carros de sonorização ficam a circular pelo centro de cidade, como se na periferia não existisse eleitores (mesmo assim,periferia também não é lugar para poluição sonora de quem forçadamente quer que ouçamos as músicas e mensagens políticas). 
É uma invasão domiciliar porque os sons entram nas nossas residências mesmo que as portas e janelas estejam fechadas. 
Em 2008, durante período de campanha eleitoral eu visitei Fortaleza (CE) e fiquei contente ao ver como há regras de limites sonoros para carros de propagandas. Os carros passando perto e sem incomodar atender celular e as conversas com amigos. Vi que ali tem Leis sendo respeitadas, obedecidas e quem faça cumprir as Leis, algo que em Palmares não existe (há quem diga há muito tempo que Palmares é uma Cidade sem Lei)...
Meus amigos, quando as músicas de campanhas políticas fazem muito barulho, irritam nosso sistema nervoso e somos forçados a ouvir dia todo, elas ficam enjoativas, nos levando ao ponto de perder a vontade de votar no candidato. Os especialistas em audição dizem que a poluição sonora leva ao stress. E esse stress recai no candidato que perde votos: “Estou de saco cheio, no votarei nesse chato que tem a cara da música irritante!”...
Por exemplo, tem uma música que repete muito “vermelho, amarelo”... Então minha reação foi a seguinte: passar um tempo se vestir camisas com essas cores... E digo, vermelha fica nossa fisionomia ao ver e ouvir o referido candidato tentando ludibriar o eleitor brasileiro, querendo mostrar a administração dele como um modelo de perfeição, enquanto vimos os absurdos impetrados pelos mandatários dele e ele! Amarela ficará a fisionomia dele quando perder a eleição!
Tem outra propaganda chata com um cantor gritante que fica repetindo, “Ele está chegando, ele está chegando”... Do jeito que grito isso, parece que está avisando aos eleitores para ter cuidado (sai da frente, se esconde)... KKKK... E parece um plágio do jargão da campanha de Beto: “Olha ele aí! Olha ele ai!” (dá para desconfiar em propaganda subliminar).
O uso reiterado dessas práticas não é novidade. Os politiqueiros mantém uma laboratório elucubrando as mesmas práticas seculares anacrônicas que para as pessoas que analisam bem as conjunturas e os fatos, podem dissecar tudo ao vivo e em cores.
Irrita mesmo! E nem gosto de dizer os nomes desses tipos

quinta-feira, 5 de junho de 2014

* Quando o tempo me consumir

A vida consumida pelo tempo.
A vida resumida nos segundos dos anos
Das horas somadas no armário das recordações.
Vida de um reviver sob os chicotes radioativos das translações e rotações,
Do sistema planetário que nos leva ao branquear e pratear dos cabelos...
Experiências a serem arquivadas...
Decepções e dores a serem evitadas e não repetidas...
O tempo consumidor da matéria e fortalecedor da espiritualidade...
O tempo que temos por merecimentos e conquistas...

O tempo que cabe em nossas mãos e a mente pode repassar o filme da vida num lapso de segundo...
Temos somente nossos o tempo e a vida.
Afinal atraímos as energias e as conseqüências. A vida é construída pelas energias que atraímos e pelas conseqüências das nossas ações e todos os frutos da nossa mente.
No final dessa caminhada terrestre, levamos a sutil energia do que pensamos e construímos na espiritualidade.
Fica somente a matéria usada para servir de adubo e fertilizar novas vidas vegetais.

Reafirmo o já dito por minha mãe: “-Quando eu sair deste mundo, aproveite bem o que restou, plantando uma árvore frondosa sobre meu túmulo para servir de sombra e proteção e purificadora do ar!... E que eu continue como ser de flores e frutos”...


domingo, 20 de abril de 2014

* Quaresma e Páscoa se originam em Religiões pagãs e não cristãs!

ORIGENS VERDADEIRAS DA PÁSCOA


Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de Cristo, a Páscoa anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera. A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra “páscoa” – do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e latim “pache” – significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera (ou vernal), que no hemisfério norte ocorre a 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou 23 de setembro.
A festa da Páscoa celebrada pelos cristãos nos tempos pós-apostólicos era uma continuação da festa judia, mas não foi instituída por Cristo, nem estava relacionada com a Quaresma. A festa pagã em homenagem a deusa da primavera, Eástre (outra forma do nome Astarte, um dos títulos da deusa babilônica, a rainha dos céus), era totalmente diferente daquela Páscoa; mesmo assim, a festa pagã conseguiu introduzir-se na apóstata religião ocidental sob a forma de páscoa, como parte da tentativa de adaptar as festas pagãs no seio da cristandade. 
É certo que em inglês recebe o nome de Easter, derivado de Eastre, o que evidencia a verdadeira origem pagã da chamada páscoa cristã, que não coincide no tempo com a páscoa judia.” Ou seja, a versão moderna desta festa não tem origem bíblica, senão que se deriva do culto a Astarté, uma deusa caldéia (babilônica) conhecida com a “rainha dos céus”. Ela é mencionada por este mesmo nome na Bíblia, no livro de Jeremias 7:18 e 44:17-19,25.
Estre é o antigo nome europeu que se dava a mesma deusa venerada pelos babilônios, Astarté ou Istar, deusa da fertilidade, cuja celebração mais importante se dava na primavera (no hemisfério norte). No mesmo artigo e sob o subtítulo “Ovos de Páscoa”, lemos que “o costume pode ter sua origem no paganismo pois uma grande quantidade de costumes pagãos, que celebravam o retorno da primavera, foram introduzidos na Páscoa”. O subtítulo “Coelho de Páscoa” afirma: “o coelho é um símbolo pagão e sempre foi um emblema da fertilidade”. 

A deusa Ostara (Ishtar, também se usa a ortografia "Eostre"), a quem a Páscoa [pagã, em inglês "Easter"].
A Páscoa pagã é uma data móvel que usa a prática comum da astrologia; é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova após Ostara. Essa data também tem absolutamente a ver com a Páscoa judaica e com a ressurreição de Jesus Cristo! Esse dia na tradição pagã celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera (daqui partiu a ideia de que Jesus Cristo ressucitou). Dias actuais em muitas sociedades e muitos países têm um equivalente para a sexta-feira santa! É a "Sexta da Páscoa", e tem historicamente sido alocada na terceira lua cheia a partir do início do ano. Desde a associação da Páscoa pagã com a ressurreição de Jesus, a sexta-feira santa é fixada permanentemente na sexta-feira anterior à Páscoa. A Páscoa pagã está imersa nos mistérios babilônios!
A deusa babilônia Ishtar é aquela a quem a Páscoa  se refere (Pagan Traditions of Holidays, pg 9). Semíramis é considerada co-fundadora com Ninrode de todas as religiões ocultistas.

A Páscoa pagã — o Dia de Ishtar — é celebrada amplamente em várias culturas, sociedades  e religiões do mundo.
1.   Babilônia — Ishtar (Easter), também chamada Deusa da Lua
2.   Católicos, Cristão e Ocidentais) — Virgem Maria (Rainha dos Céus)
3.   Chineses — Shingmoo
4.   Druidas — Virgo Paritura
5.   Egito — Ísis
6.   Efésios — Diana
7.   Etruscos — Nutria
8.   Alemães (antigos) — Herta
9.   Gregos — Afrodite / Ceres
10.   Índia — Isi / Indrani
11.   Judeus  — Astarte (Rainha dos Céus)
12.   Krishna — Devaki
13.   Roma — Vênus / Fortuna
14.   Escandinavos — Disa
15.   Sumérios — Nana ("America's Occult Holidays", Doc Marquis and Sam Pollard. pg 13)

Os babilônios celebravam este dia como dia como o retorno de Ishtar (Easter), a deusa da Primavera. Esse dia celebrava o renascimento, ou reencarnação, da Natureza e da deusa da Natureza. De acordo com a lenda babilônia, um grande ovo caiu dos céus no rio Eufrates e a deusa Ishtar (Easter) eclodiu de dentro dele. Mais tarde, surgiu uma versão que incluía um ninho, em que o ovo pôde ser incubado até eclodir. Um cesto de palha ou vime era produzido para colocar o ovo da Páscoa [o ovo de Ishtar]. A Procura do Ovo de Páscoa Escondido foi criada porque, se alguém encontrasse o ovo enquanto a deusa estava "renascendo", ela concederia uma benção especial ao felizardo! Como essa era uma festividade alegre da primavera, os ovos eram pintados com as brilhantes cores da primavera. [Ibidem].(Daqui surgiu a lenda do ovo da Páscoa)

O Coelho ou Coelhinho da Páscoa

"O totem da deusa, a lua-lebre, punha ovos para as crianças comportadas comerem... a lebre da Páscoa era a forma como os celtas imaginavam a superfície da lua cheia..." (Pagan Traditions of Holidays, pg 10). Não precisa me dizer que as lebres não botam ovos, porque sabe-se muito bem  muito bem; estamos lidando com uma lenda aqui, e com uma lenda ocultista. Tradicionalmente, essas lendas brincam com os fatos reais. Assim, "Easter" — Eostre ou Ishtar — era uma deusa considerada deusa da fertilidade. Visto que o coelho é uma criatura que procria rapidamente, simbolizava o ato sexual; o ovo simbolizava "nascimento" e "renovação". Juntos, o coelho da Páscoa e o ovo de Páscoa simbolizam o ato sexual e o que nasceu deles, Semíramis e Tamuz.

Oferendas de Páscoa — São derivadas da tradição em que os sacerdotes e sacerdotisas (hoje: Padres, irmanzinhas, Bispos, etc) traziam oferendas para os templos pagãos para a deusa da primavera, Ishtar. Eles traziam flores frescas da primavera e doces para colocar no altar do ídolo da deusa que adoravam. Eles também assavam um bolo de passas, decorando-o com cruzes para simbolizar a cruz de Wotan, ou algum outro deus pagão. De fato, o primeiro caso de Bolo de Frutas Secas pode ser rastreado até cerca de 1500 AC, até Cecrops, o fundador de Atenas (Marquis, pg 18). Nas celebrações do Velho Testamento no Israel, vemos mulheres que assavam esses bolos para oferecê-los em adoração à Rainha dos Céus [Jeremias 44:17-18 e Oséias 3:1]. A nota de rodapé para esse título "Rainha dos Céus" no Amplified Bible Commentary diz: "Uma deusa da fertilidade, provavelmente o título babilônio para Ishtar. Ela é identificada com o planeta Vênus. As oferendas para essa deusa incluíam bolos feitos na forma de uma estrela". Mais tarde os pagãos usaram não só a forma da estrela Pentalfa como também o bolo de frutas secas.
Outra oferenda popular a Ishtar eram as roupas novas, feitas ou compradas! Os sacerdotes usavam seus melhores trajes, enquanto as virgens vestais usavam vestidos brancos novos. Elas também usavam algo para cobrir as cabeças, como chapéus de palha ou toucas de tecido e muitas se adornavam com grinaldas de flores da primavera. Elas carregavam cestos de vime cheios de doces e alimentos para oferecerem aos deuses pagãos. (Quem sabe se a questão das irmazinhas terem que ser virgins não veio daqui).

Serviços de Páscoa ao nascer do sol 
 Eram iniciados pelos sacerdotes que serviam à deusa babilônia Ishtar para simbolicamente apressar a reencarnação de Ishtar/Easter.


Quaresma 

 É puramente pagã, e ainda assim foi aceita pela Igreja Católica Romana e pelas igrejas cristãs como "cristã". É preciso saber as raízes pagãs dessa tradição: 
A Quaresma é uma celebração da morte de Tamuz; a lenda diz que ele foi morto por um javali selvagem aos quarenta anos. Portanto, a Quaresma celebra um dia para cada ano de vida de Tamuz (America's Occult Holidays, de Doc Marquis e Sam Pollard). Os participantes deviam expressar seu pesar pela morte precoce de Tamuz pranteando, jejuando e se autoflagelando.
A Quaresma era celebrada por exatamente quarenta dias antes da celebração à deusa Ishtar/Eostre [a Páscoa pagã] e outras deusas pelas seguintes culturas: babilônios, católicos romanos, curdos, mexicanos, Israel antigo e, hoje, também pelas igrejas protestantes liberais.


A páscoa judaica (em hebraico פסח, ou seja, passagem) é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a Festa dos Pães Ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Êxodo.

COMO AS RELIGIÕES COMEMORAM A PÁSCOA:


CATÓLICOS
A Páscoa dos católicos reintegra as realidades do Calvário e da Ressurreição de Cristo, mostrando os dois momentos da dor e da alegria.
ESPÍRITAS
O sentido de renovação da Páscoa para os cristãos espíritas se concretiza na renovação de si mesmo, na melhoria íntima e na evolução espiritual.
EVANGÉLICOS
Como todos os cristãos tradicionais, os evangélicos dão grande importância à semana chamada Santa. É um período especial de estudo sobre os últimos dias da vida de Jesus de Nazaré. O Domingo de Páscoa representa a grande festa da vida, a esperança concreta para a salvação da humanidade perdida
JUDEUS
A Páscoa judaica (do hebraico Pessach = passagem) remete a fatos ocorridos há cerca de três mil e trezentos anos atrás. Moisés foi o instrumento desta libertação. A data significa, então, a libertação do povo judeu do cativeiro do Egito.
MUÇULMANOS
Apesar de as raízes do Cristianismo e do Islamismo terem as mesmas origens, tendo como profetas Abraão, Noé e Moisés, os destinos históricos delas são diferentes. Para eles a Páscoa significa a renovação da fé.

A História do coelhinho da Páscoa e os ovos no Cristianismo  

A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
No livro Catholic Customs and Traditions, o escritor Greg Due explica em detalhes o simbolismo do ovo nas antigas culturas pré-cristãs. “O ovo se converteu num símbolo muito popular da Páscoa Florida. Os mitos sobre a criação de muitos povos da antiguidade se baseiam num ovo cósmico que deu origem ao universo”. Nos antigos povos do Egito e da Pérsia os amigos trocavam ovos decorados no equinócio da primavera, isto é, no começo de um novo ano. 
Estes ovos eram para eles um símbolo da fertilidade, pois muito se admiravam que saísse uma criatura viva do interior de um ovo. Os cristãos ocidentais adotaram esta tradição e o ovo de páscoa passou a ser um símbolo religioso. Chegou a representar o sepulcro do qual emergiu Jesus (Costumes e Tradições Católicas, 1992, p. 101). O mesmo autor explica que assim como o ovo, o coelho foi associado à Páscoa Florida por simbolizar poderosamente a fertilidade: “com freqüência as crianças aprendem que são os coelhos que trazem os ovos.” 
O que estas fontes nos dizem é que a cristandade substituiu o significado da Páscoa Bíblia e da Festa dos Pães Asmos por coelhos e ovos, símbolos pagãos da fertilidade. Tais símbolos desvirtuam e ocultam a verdade sobre a morte e ressurreição de Jesus Cristo.

A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.




quinta-feira, 10 de abril de 2014

* NARIZ indica influência do Sol e da Lua

O nariz tem um lado direito e um esquerdo; usamos ambos para inspirar e expirar.
Na verdade eles são diferentes: o direito representa o Sol, o esquerdo, a Lua.
Durante uma dor de cabeça, tente fechar a narina direita e usar a esquerda para respirar.
dentro de cerca de cinco minutos a dor de cabeça deve ir embora.

Se você se sente cansado, faço o contrário: feche a narina esquerda e respire pela direita. Num instante sentirá sua mente aliviada.
O lado direito pertence ao "quente" (Sol) por isso esquenta rapidamente, o esquerdo pertence ao "frio"(Lua)
A maior parte das mulheres repira com o lado esquerdo do nariz, então se resfriam rapidamente.
A maioria dos homens respira pela narina direita e isso os influencia.
Repare no momento em que acordamos, qual dos lados respira melhor , ou mais? Direito ou esquerdo?
Se for o esquerdo você se sentirá cansado.
Então, feche a narina esquerda e use a direita para respirar, você se sentirá aliviado rapidamente.
Isso pode e deve ser ensinado às crianças, mas é mais efetivo quando praticado por adultos.
Meu amigo costumava ter fortes dores de cabeça e sempre ia ao médico.
Houve um tempo em que sofria de dores de cabeça literalmente todas as noites,ficando incapacitado para estudar
Ele tomava analgésicos , mas não funcionavam.
Ele decidiu tentar esta terapia de repiração: fechava a narina direita e respirava pela esquerda.
Em menos de uma semana sua dor de cabeça foi-se. Continuou o exercicio por um mes.
Essa terapia alternativa natural, sem medicamentos é algo em que ele tem experiência.
Então, por que não tentar?

sábado, 15 de março de 2014

* Recordações de um dia de aniversário...

Quando criança e adolescente eu não gostava do dia do meu aniversário. Mas pelo menos era um dia para comer bolo e outras guloseimas... Dia para encontrar os amigos e parentes... Na adolescência, amigos me alegravam (eram bons companheiros que se esforçavam para me agradar e me alegrar).
Aprendi a gostar do dia do meu aniversário ouvindo o relato de minha mãe dizendo sempre que é o dia mais feliz da vida dela!
No dia do meu aniversário eu era invadido de imensa tristeza. Isso desde tenra idade (chorei muito na festa do meu 2º aniversário e somente no 5º eu consegui demonstrar alegria). Eu não me sentia deste mundo. Era como uma revolta por está na Terra e uma saudade imensa de um mundo melhor para o qual sei que voltarei... Várias vezes pensei, “eu deveria ter escolhido outro Planeta!”... E tinha vontade de ser levado por uma nave espacial alienígena!...
E esse vínculo alienígena foi captado por colegas de sala de aula e por volta de quando eu tinha 14 anos me apelidaram de marciano... Eu não me abusava com isso. Uma amiguinha gostava de cantar na sala de aula a música gravada por Elis Regina: “Alô! Alô! Marciano! Aqui quem fala é da Terra!”...  Creio porque eu era muito sonhador... Um dia desses eu a reencontrei e comentei sobre isso e ela pedi desculpas. Mas eu esclareci que gostava.
Minha família fazia festas comemorativas dos meus aniversários nas quais, em tenra idade, muitas vezes eu me senti deslocado. Tinha a presença de familiares e amigos, colegas. E pensava: “se não tivesse guloseimas, bolo, refrigerantes, será que essa turma toda estaria aqui? Viria somente para me desejar felicitações e mostrar a simplicidade de amizade?” Quando cortava o bolo e acabavam as guloseimas, todos iam embora... E isso era chocante para uma criança sensível como eu era...
Minhas tias Luiza e Irací caprichavam nos bolos. Luiza, que eu chamava Pupu (eu apelidava minhas tias), criava sempre formas diferentes de bolos confeitados, dentro dos temas das festas (bolo em forma de violão, quando o tema da decoração foi música; bolo em forma de carrossel, quando o tema foi parque de diversão; bolo em forma de urso; bolo em forma de coelho, etc)... E eu sempre gostei muito de bolo, principalmente com os recheios que elas preparavam e eu escolhia as receitas, lia várias e escolhia...
Com o tempo, sem as festas, ficaram somente meus pais e minhas tias para me felicitar e abraçar e alguns poucos amigos que lembravam... Eu estava certo.
Mas deveria ser chato para os convidados das festinhas, quando de repente o aniversariante ficava sério ou chorava e mudava a programação musical, colocando um disco de música erudita ou ouvindo discos de orquestras tais como Paul Mauriat, Mellachrino, Clebanoff... Isso no auge da discotec, e eu sempre detestei essas modas musicais passageiras alienantes!...
Minhas melhores comemorações de aniversários foram quando eu estava em ação teatral (em ação com teatro de bonecos, com alguma peça teatral ou recital poético). A Arte me eleva para dimensões superiores além desencantos terrestres...
Atualmente, após 49 anos de comemorações (aprendi a comemorar este dia 15 de março), a grande alegria é acordar neste dia e receber o abraço da minha mãe afirmando, “este é o dia mais feliz da minha vida.” Aprendi com ela a gostar deste dia! Sempre bons exemplos e bons ensinamentos de minha mãe!
Ela é um fenômeno. O parto foi difícil, minha mãe teve problemas respiratórios e o médico teve que me puxar do útero dela com um fórceps e sem anestesia até mesmo para pontear após. E minha mãe o tempo todo rindo, feliz. A felicidade de ser mãe estava acima das dores de um parto desse tipo.
Eu quase falecia. Fui tratado como um afogado, pois engoli muito líquido amniótico. A incubadora do Hospital Regional dos Palmares estava quebrada e uma amiga de minha mãe, Socorro Portela, me enrolou um cobertor e me aqueceu durante várias horas até quando eu não estava mais em perigo. Além disso, tive hemorragia no umbigo, perdi muito sangue.
Quem estava acompanhando tudo também foi Painho. Ele que me aqueceu e cuidou da minha respiração no momento de mais emergência do parto, ajudando o médico. Minha tia, Luiza, mais nervosa que minha mãe, ficava questionando como a parturiente se mantinha calma e rindo... Edilton Ramos trouxe minha mãe e eu, num jipe de volta para casa.
Encontro bonito foi com meus avós maternos, Rosalvo e Isabel. Pessoas lindas, símbolos e exemplos de grande amor para todos da família (um casamento de mais de 60 anos sem discussões e sem brigas). Fui muito bem acolhido e amado por todos da família: tios, avós, primas e primos. E a família extensa que foram meus vizinhos queridos, meus irmãos, pois fomos criados juntos. Eu era uma criança sem irmãos e agreguei uma família: Janete, Janeide e Ronaldo, companheiros por vários anos até além adolescência (esses não precisavam de bolos e guloseimas para se aconchegar ao meu convívio... kkkk)...
Fui batizado recém-nascido tendo como padrinhos Luiz Portela de Carvalho, um amigo de Painho e respeitado político local. A esposa dele minha madrinha. O respeito a esse vínculo espiritual eu tinha desde criança. Eu tinha visão sobre Padrinhos diferente de alguns colegas. Eu via crianças interesseiras pedindo presentes e dinheiro aos padrinhos, mas eu sabia que um batismo é um vínculo espiritual e nunca pedi nada material ao meu padrinho, mesmo ele sendo um político que governou a Cidade dos Palmares. Várias vezes ele comentava ao me encontrar, “eu sou seu Padrinho!”... E eu o reverenciava com respeito...
Ensinamentos espirituais dizem que família é karma. Ainda bem que tive um bom karma e também bons amiguinhos de infância. Guardo com carinho o respeito dos colegas de sala de aula de onde estudei. Afinal, se nos encontramos foi porque as energias se atraíram. Ninguém convive ou se encontra por coincidência! 

sexta-feira, 14 de março de 2014

* A Véspera

Hoje é a véspera.
Um dia antes de amanhã.
Mais uma espera
O sono acelera a chegada
De mais um dia.
E amanhã será hoje
E o que faço hoje será do ontem.
Sem ansiedades teço a véspera
Que constrói o amanhã.
Amanhã será meu dia.
Não um dia qualquer.
Sempre a sucessão dos dias os faz melhores que os anteriores.
Disso depende como os construo hoje.
Portanto, o mais importante é o dia de hoje.
Não importa o que comemore amanhã.
Encontro motivos de comemorações todos os dias.
Comemoro meu renascer a cada dia e o milagre da Vida a cada instante.
Ontem foi a véspera de hoje.
Amanhã será a véspera de outro dia.
E eu vivo!


* Brechas se preenchem com nobreza

*~*EXPERIÊNCIA*~*
Refere-se a conhecimento, experimento, aprendizagem, teste...
Os erros são inevitáveis, então, perdoe o passado e aprenda tudo o que puder aprender.
Você se torna uma pessoa mais madura e mais segura quando rí de seus próprios erros.
"Não lamente seus erros, comemore o ouro preenchido!" 
"Creio que a pessoa que teve mais experiência de privações consegue enfrentar problemas com mais firmeza que a pessoa que nunca passou por sofrimento. Portanto, visto por esse ângulo, um pouco de sofrimento pode ser uma boa lição para a vida."
(Dalai Lama)
O que você aprendeu com seus erros? Pense nisso!

segunda-feira, 10 de março de 2014

* Incoerências no uso dos "juramentos"

Vemos como "o costume" de jurar com a mão sobre a Bíblia é usado por religiosos e pela "Justiça".
Uma grande incoerência porque na própria Bíblia existe o registro da Palavra do Mestre Jesus, no Capítulo 5 do Evangelho de Mateus, no famoso Sermão da Montanha, versículos 33 à versículos 37: 
"Ouvistes ainda o que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás para com o Senhor os teus juramentos.
Eu, porém, vos digo: não jureis de modo algum, nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei. Nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes fazer um cabelo tornar-se branco ou negro.
Dizei somente: Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa além disto vem do Maligno (Mateus Capítulo 5)."
E a Humanidade naufraga em suas incoerências!
Analisemos, questionemos e construamos um mundo melhor!
Luz e paz!


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

* Líquido anseio

Inundado pelos segredos dos teus olhos
Navego num aquático sonhar
Neste mar permeado de luzes e desejos.
Sou uma criança sedenta no aconchego dos teus seios,
Deste líquido palpitar.
Com os murmúrios das vagas oceânicas
Partilho ânsias e medos, aprendendo a vencer as tormentas e tempestades.
Sou fruto das minhas ociosidades ou da minha busca. E dos meus desejos ou desapegos.

Caminhos ou descaminhos que construo. Energias que se enlaçam ou libertam-se.

* É saudável falar sobre o bem

Não é saudável nem construtivo para a nossa espiritualidade
Retrucar ofensas e provocações de invejosos recalcados.
Melhor resposta é o silêncio e ignorar, sem comentar os despautérios.
E comentar sobre os erros apenas fortalece os defeitos alheios,
Atraindo energias negativas.
Os comentários bons e saudáveis geram boas energias construtoras da vida saudável.
Assuntos irritantes enfraquecem o coração e a mente.
Melhor forma de construir o viver é procurar afinidade
Com quem se harmoniza com nossos ideais e bons pensamentos.
Somente nos atinge o que aceitamos.
Cada pessoa dá o que possui e tem capacidade.

Para evoluir não devemos nos envolver em leviandade.

* Conquista Real

A ofensa recebida
Deve ser esquecida.
O rancor nada constrói pelo bem pessoal e coletivo,
Apenas envenena mentes e debilita a evolução.
A ingratidão em troca da dedicação
Receba como lição no aprendizado do viver.
A conquista da vida é interior.
Na Terra tudo passa. Ficam para herança espiritual, os bens dos bons pensamentos e sentimentos.
Cuida da tua palavra como o bom lavrador cuida dos brotos da horta.
E dá boas vindas a todos que chegam quando tua mesa posta.
Solidariedade e partilha são pontes de Humanidade,

Bases cruciais do renascer na Cristandade.

* Vitória na Luta

Não caminhes displicente nas trilhas do viver.
Cultuar a paz não é perambular incauto,
Porque os anjos descem a Terra com espadas flamejantes nas mãos!
Aprofunde o conhecer a ti mesmo e descobre o fogo purificador.
No deserto do teu ser disciplines teus desejos.
Liberta-te dos apegos mundanos.
O vôo para o Infinito te espera.
Oferece flores ao escarnecedor.
Ajuda a quem te inveja e te calunia, orando por sua iluminação:

“- Pai perdoai-lhes porque não sabem o que fazem!”...

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

* Eu sou Magnified Healing




Eu fui iniciado Master-Teatcher in Magnified Healing, em 2002 (certificado acima). Por Amor à Humanidade e ao Planeta Terra. Eis explicações sobre Magnified Healing dos sites http://www.margaridafonseca.com/magnified.htm e http://www.caminhosdeluz.org/A-118.htm



A Cura, a Expansão da Chama Trina no Coração
Introduzida pela primeira vez na Terra em 1983, Magnified Healing, (Cura Magnificada) é uma lindíssima ferramenta de amor, cura e libertação. Antes essa cura era praticada apenas nas mais altas dimensões do universo por Mestres Ascencionados. Em 1992 porém, por incentivo e inspiração direta da Senhora Mestra Kwan Yin, Deusa Chinesa da Compaixão e Amor, a Cura Magnificada foi trazida em forma expandida através de Gisèle King e Kathryn Anderson, nos Estados Unidos.
Magnified Healing® ou “Cura Magnificada” foi introduzida na Terra em 1983. Anteriormente, este método de cura era usado somente nas mais altas dimensões por Mestres Ascensionados para ajudar a eles mesmos, aos Mestres na Terra e, por especial dispensação divina, para ajudar a humanidade. Em 1992, por intervenção direta da Mestra Kwan Yin, Magnified Healing® do ALTÍSSIMO DEUS DO UNIVERSO foi trazida na sua forma expandida com o objetivo de promover a ascensão da Terra e da Humanidade.
Magnified Healing® é energia de cura da 5ª dimensão (seu foco é o coração). Não existem limites para a energia magnificada; ela se torna  mais e mais poderosa conforme você a usa.
Estabelece um fluxo constante de energia do seu coração até a Fonte, o ALTÍSSIMO DEUS DO UNIVERSO, passando por todos os centros espirituais até o Diamante no centro da Terra. O elo espirala e traz um profundo estado de graça.
 

O uso do Magnified Healing® 
envolve o trabalho com os Raios, que são energias cósmicas que coordenam a nossa existência e a do universo. A energia é ativada e elevada acima do 7o Chakra, onde é Magnificada. Envolve também, o conhecimento básico sobre as Leis universais como o karma, a história e a presença entre nós dos Mestres Ascensionados, o uso da Chama Violeta e conhecimentos metafísicos sobre chakras e energias. Têm sido utilizada com grande sucesso pelos seus praticantes em casos de transplantes, para minimizar as rejeições. Muitos também têm alcançado grande sucesso em problemas de ordem espiritual, assim como em pacientes que estejam em fase de transição (morte) do plano físico para o espiritual. Magnified Healing® permite que nos harmonizemos com nossa sagrada essência, integrando-nos em nossa real missão neste mundo. Sua aplicação é feita com as mãos afastadas em torno de 15 a 20 cm do corpo do paciente, ficando uma à sua frente e outra às suas costas. A energia vai de uma mão para a outra atravessando o corpo do paciente, imediatamente liberando energias mal qualificadas e desequilíbrios que são enviados para o Fogo Violeta para transmutação.
Sentimos então um pulsar intenso, que se sincroniza perfeitamente com as batidas de nosso coração, centro através do qual toda a energia recebida é transferida para as mãos. Magnified Healing® é uma energia suave, com tons que vão do rosa a um violeta claro. Expressa amor incondicional, harmonia e bem-estar em todos os sentidos.
Magnified Healing® limpa, equilibra, reintegra e harmoniza todos os chackras, cura o sistema nervoso e redistribui o cálcio na espinha.

Com Magnified Healing você pode fazer transplantes de órgãos, curar karma, construir o Corpo de Luz, ativar todos os fios do DNA e ativar totalmente os Cinco Corpos Superiores .
O aprendizado e a prática desse processo incorpora os aspectos físico, emocional, mental, etérico e espiritual, utilizando geometria sagrada, respiração e afirmações.
Magnified Healing® é o nome escolhido por Kwan Yin para esta modalidade de cura.Ela nos diz que é o porta-voz da Hierarquia para transmitir Magnified Healing® neste momento para a humanidade. A energia é criada e maximizada por Deus. Kwan Yin enfatiza que ela não criou esta cura, mas que deus nos deu como presente. Magnified Healing® of the GOD MOST HIGH OF THE UNIVERSE (DO ALTÍSSIMO DEUS DO UNIVERSO) é o processo de cura que deve ser mantido santificado e no mais alto plano sagrado.
Apesar de ter sido apresentada em 1983 e praticada durante algum tempo, ela foi deixada de lado por um certo período. Com as mudanças energéticas causadas pela Convergência Harmônica  11:11, os muitos despertares, o alinhamento de Atlanta, Monte Shasta e América do Sul e o reconhecimento dos Vórtices, a energia que chamamos Magnified Healing® foi capaz de entrar no planeta de uma forma mais completa, focalizando a construção do Corpo de Luz para a Ascensão.
Em 1992 a Mestra Kwan Yin urgiu Kathryn Anderson a começar o processo. Kathryn contactou Gisele King e elas começaram a ver a possibilidade dessa técnica de cura. No dia 19 de setembro de 1992 foi feito o primeiro workshop.  
Mais informações sobre a Mestra Kwan Yin, clique aqui.

A Chama Trina, que é a Chama de Cristo dentro do coração de cada ser humano, é composta de três pétalas e representa três qualidades divinas: amor, sabedoria e poder – imprescindíveis para a obtenção do equilíbrio e da iluminação. A pétala rosa representa o amor incondicional, a azul o poder de Deus em nossas vidas e a dourada nos habilita com a sabedoria Divina. Sem sabedoria não podemos ministrar o amor e muito menos o poder.




Prática

Esse trabalho de cura permite utilizar energias de 5ª dimensão que atua segundo a Lei da Misericórdia para curarmos a nós mesmos e a outros, curarmos à distância e curarmos o planeta. A iniciação nos conecta ao nosso Eu Superior que passa a dirigir mais diretamente nossa vida diária. O desenvolvimento espiritual libera, ativa e trás mais harmonia em nossa vida pela adequação com as leis cósmicas.
Na prática diária nós limpamos o Canal de Luz, estabelecendo um fluxo constante entre o Altíssimo Deus do Universo e o Cristal no centro da Terra. Isto acontece através de nossos chacras, que são limpos, energizados, expandidos, passam a irradiar boa qualidade de energia e são centralizados no chacra do coração. Esta conexão nos traz um profundo estado de graça, plenitude e amor.
Muitas formas de cura são focadas no curador, significando que o buscador precisa ir a um médico, sacerdote, templo, shaman ou outro lugar para receber a cura. Na maioria dos métodos de cura vibracionais, a energia é obtida por canalização e direcionada através do curador. Em Magnified Healing, o praticante cria a energia com o ALTÍSSIMO DEUS DO UNIVERSO e se torna Ela. (Extraído de Magnified Healing...Uma Nova (Antiga) Perspectiva por Jean Bennett. )

Tenho observado, através de minhas vivências e também de relatos de alunos iniciados, o grande impulso que a Cura Magnificada dá em nossas vidas, acelerando o processo da cura pessoal em todos os níveis e, conseqüentemente, reforçando nossos sentimentos de fé, liberdade, criatividade e equilíbrio. Isto acontece pela dissolução de antigos bloqueios energéticos que nos atrapalham de forma imperceptível.
Todo o método é oferecido em três fases.
A primeira fase é um curso de dois dias com muitas ativações, explicações e a iniciação. Um processo que usa geometria sagrada, respiração e afirmações, incluindo:
Preparação: Meditação para adquirir poder
                        Ativação da Chama Trina no coração.
                        Alinhamento dos Chacras
                        Limpeza do Canal de Luz
                        Aumento da energia das Mãos.
Cura:             Sensibiliza, ativa e conecta o Sistema Nervoso
                       Examina e cura o corpo
                       Estimula o Cálcio na Espinha
                       Equilibra os Chacras
                       Cura a Terra e Cura à Distância
Tem uma Iniciação em frente ao altar. O aluno recebe também Certificado de Mestre Professor, manual de ensino e CD de prática.
A segunda fase é composta do curso e da cerimônia, que é a Celebração de Cura. Nessa fase você vai sentir a grande intensidade da energia de Magnified Healing por causa da união, requalificação e focalização das energias emanadas do coração de todos os presentes.
......
A terceira fase é o Light Healing (Cura com Luz) trazida pelo Senhor Melchizedek, Sumo Sacerdote do Deus Altíssimo, que cuida da reprogramação e reeducação de todos os seres da Terra. Tem também uma iniciação, antecedida com muitas ativações e ajustes durante todo o primeiro dia. Essas ativações são muito fortes e potencializam todas as práticas de cura aprendidas na primeira fase. Por isso, é necessário um contato prévio com quem vai ministrar o curso e a prática constante, principalmente nos onze dias antecedentes ao curso.
Você vai aprender a trabalhar com os raios largo e laser de Luz para curar sistemas do corpo físico, extrair tumores e trabalhar com os corpos exteriores. O curso dura dois dias inteiros e já temos muitos professores no Brasil, espalhados em vários Estados. Nessa fase você se torna um praticante da terceira fase.
Somente poderá ensinar o Light Healing participando de um curso de Treinamento de Professores de Terceira Fase 'Light Healing'. Este curso era oferecido apenas pela própria Gisèle King. Em sua última visita ao Brasil, ela habilitou três professoras que agora também podem ministrar este curso em três estados diferentes:

      São Paulo - Margarida Maria da Fonseca
     Rio de Janeiro - Neusa Maria da Costa Cunha
     Brasília - Maria Tereza Marinho Carneiro da Cunha

* Kwan Yin Compaixão e Misericórdia

Kuan Yin
观世音菩萨




Na mitologia chinesa, Kuan Yin 观世音菩萨  é conhecida como a Deusa da Compaixão e da Misericórdia. Ela existiu como pessoa, igual a todos nós e somente depois de sua morte foi transformada em Deusa. Também conhecida como Quan'Am (no Vietnã), Kannon (no Japão), e Kanin (em Bali). Ela cobre as planícies alagadas do Oriente, do Egito à China. E é venerada em todo o mundo por milhões de pessoas, que a consideram o símbolo máximo da pureza espiritual.

Esta Deusa enquanto viveu, percorreu o mundo, viu muita dor e então, jurou proteger e amparar todos os humanos até que o último sofrimento acabe. A MESTRA KUAN YIN TORNOU-SE A INCORPORAÇÃO DA COMPAIXÃO. Ela nos diz que se você cantar seu mantra diariamente, cultivará a compaixão que curará o mundo das mais dolorosas feridas.

Kuan Yin, cujo nome significa "aquela que ouve os lamentos do mundo" é boddhisatva da Compaixão no budismo chinês. Ela vive em uma ilha paradisíaca de P'u T'o Shan, onde ouve todas nossas preces. Todos que trabalham com sua energia, sabem o quanto ela é doce e sutil, mas também o quanto é poderosa. Somente a menção de Seu Nome alivia o sofrimento e as dificuldades. Mesmo tendo alcançado a iluminação, Ela optou por permanecer no mundo dos homens.

Origem da devoção
Existe ainda muito debate acadêmico relativo à origem da devoção à bodhisattva feminina Kwan Yin. Ela é considerada a forma feminina de Avalokitesvara, bodhisattva da misericórdia do Budismo indiano, cuja adoração foi introduzida na China no terceiro século.
Estudiosos acreditam que o monge budista e tradutor Kumarajiva foi o primeiro a se referir à forma feminina de Kwan Yin, em sua tradução chinesa do Sutra do Lótus, em 406 a.C. Dos trinta e três aparecimentos do bodhisattva mencionados em sua tradução, sete são femininos. (Devotos chineses e budistas japoneses desde então associaram o número trinta e três a Kwan Yin.)
Embora Kwan Yin tenha sido retratada como um homem até o século X, com a introdução do Budismo Tântrico na China no século oitavo, durante a dinastia T'ang, a imagem da celestial bodhisattva como uma bela deusa vestida de branco era predominante e o culto devocional a ela tornou-se crescentemente popular. No século nono havia uma estátua de Kwan Yin em cada monastério budista da China.
Apesar da controvérsia acerca das origens de Kwan Yin como um ser feminino, a representação de um bodhisattva, ora como deus, ora como deusa, não é inconsistente com a doutrina budista. As escrituras explicam que um bodhisattva tem o poder de encarnar em qualquer forma - macho, fêmea, criança e até animal - dependendo da espécie de ser que ele procura salvar. Como relata o Sutra do Lótus, a bodhisattva Kwan Shih Yin, "pelo recurso de uma variedade de formas, viaja pelo mundo, conclamando os seres à salvação". *
Pela lenda do século XII , do santo budista Miao Shan, a princesa chinesa que viveu em aproximadamente 700 a.C. e que largamente se acredita tenha sido Kwan Yin, reforça a imagem da bodhisattva feminina. Durante o século XII monges budistas estabeleceram-se em P'u-t'o Shan - a ilha-montanha sagrada no Arquipélago de Chusan, ao largo da costa de Chekiang, onde se acredita tenha Miao Shan vivido por nove anos, curando e salvando marinheiros de naufrágios -, e a devoção a Kwan Yin espalhou-se ao longo do norte da China.
Essa ilha pitoresca tornou-se o centro principal de adoração à Salvadora misericordiosa; multidões de peregrinos viajavam dos mais remotos cantos da China e até mesmo da Manchúria, Mongólia e Tibet para assistir ali às cerimônias religiosas. Houve época em que havia mais de cem templos na ilha e mais de mil monges. As tradições narram inúmeras aparições e milagres de Kwan Yin na ilha, sendo relatado que ela aparecia aos fiéis em uma certa gruta local.
Na seita "Terra Pura" do Budismo, Kwan Yin faz parte de uma tríade governante que é representada freqüentemente em templos e é um tema popular na arte budista. Nessas pinturas o Buda da Luz Ilimitada - Amitabha (chinês A-mi-t'o Fo e japonês Amida) está no centro; à sua direita está o Bodhisattva da força ou poder, Mahasthamaprapta, e à sua esquerda está Kwan Yin, personificando a misericórdia infinita.

Kwan Yin precedeu o Mestre Ascenso Saint Germain como Chohan (Senhor) do Sétimo Raio de Liberdade, Transmutação, Misericórdia e Justiça e ela é uma de sete Mestres Ascensos que atuam no Conselho do Carma, um conselho de justiça que medeia o karma das evoluções de terra - dispensando oportunidade, misericórdia e os verdadeiros e íntegros julgamentos de Deus a cada corrente de vida na Terra. Ela é a hierarca do Templo etérico da Misericórdia situado sobre Pequim, na China onde ela mantém o foco de luz da Mãe Divina em favor dos filhos da antiga terra da China, as almas de humanidade, e os filhos e filhas de Deus.


Os símbolos característicos associados a Kwan Yin são um galho de salgueiro, com o qual ela esparge o néctar divino da vida; um vaso precioso, simbolizando o néctar da compaixão e da sabedoria, traços do bodhisattva; uma pomba representando a fecundidade; um livro ou um pergaminho de orações que ela segura em sua mão, simbolizando o dharma (ensinamentos) do Buda ou o sutra (texto budista) o qual Miao Shan, dizia-se, recitava constantemente; e um rosário adornando seu pescoço, através do qual ela clamava aos Budas por socorro.
Imagens de Avalokitesvara freqüentemente mostram-na segurando um rosário; descrições de seu nascimento afirmam ter ela nascido com um rosário cristalino branco em sua mão direita e uma flor branca de lótus na esquerda. É ensinado que as contas do rosário representam todos os seres vivos e o manuseio delas simboliza que Avalokitesvara os está conduzindo para fora de seu estado de miséria e da roda de repetidos renascimentos para o nirvana.
Hoje Kwan Yin é reverenciada por taoístas e também pelos budistas Mahayana - especialmente em Taiwan, Japão e Coréia, e novamente em sua pátria, a China, onde a prática do Budismo havia sido suprimida durante a Revolução Cultural comunista (1966-69). Ela é a protetora das mulheres, dos marinheiros, dos comerciantes, dos artesãos e daqueles que se encontram sob perseguição criminal, e é invocada particularmente por aqueles que desejam progênie. Amada como a figura da Mãe e mediadora divina que está muito próxima dos negócios diários de seu devotos, o papel de Kwan Yin como madona budista tem sido comparado ao de Maria, a mãe de Jesus, no Ocidente. 
(*) Leon Hurvitz, trans., "Scripture of the Lotus Blossom of the Fine Dharma (The Lotus Sutra) (New York: Columbia University Press, 1976), p. 315.

REPRESENTAÇÃO
 



Kuan Yin é representada com um dragão, pois ele é o símbolo mais antigo da alta espiritualidade, a sabedoria, a força e os poderes divinos de transformação.

Algumas vezes, Kuan Yin é representada como uma figura muito armada, tendo em cada mão um símbolo cósmico diferente ou expressando uma posição ritual específica (mudras). Isto caracteriza a Deusa como a fonte e alimento de todas as coisas. As mãos dela formam freqüentemente o Yoni Mudra, simbolizando o útero como a porta para entrada para este mundo pelo princípio feminino universal.

Outras vezes, Kuan Yin é representada sentada sobre uma flor de lótus. Nas pinturas dos artistas tibetanos, linhagens de Budas e homens santos também aparecem flutuando sobre flores de lótus - uma representação dos tronos da suprema espiritualidade. Nas escrituras budistas do Tibet, conta-se que o pequeno Buda já podia andar ao nascer e que, a cada passo, brotavam flores de lótus de suas pegadas - um sinal de sua origem divina. Hoje, muitos monges e fiéis dessa religião visualizam essa mesma cena enquanto caminham, imaginando que flores de lótus surgem debaixo de seus pés. Com essa prática meditativa, acreditam eles, estariam espalhando o amor e a compaixão de Buda simbolizados pela flor.

Na teologia Budista Kuan Yin é algumas vezes representada como capitã do "Barco da Salvação", guiando as almas ao Paraíso Oeste de Amitabha, a Terra Pura, a terra das bençãos, onde as almas podem renascer para continuar recebendo instruções até alcançar a iluminação e a perfeição.

Ela é também uma das quatro Bodhisattvas (P'u-sa em chinês), junto com Samantabhadra, Kshitigorha (Di-cang) e Manjushiri (Wen-shu) e em seu aspecto masculino se identifica com o Bodhisattva Avalokiteshvara, a quem em Tibetano se chama Chenresi: "Quem ouve e chora o mundo".

Exatamente igual a Ártemis, Kuan Yin é uma deusa virgem que protege todas as mulheres e crianças. A simplicidade que esta Deusa da Clemência gera ao seu redor e entre seus devotos, é de um forte sentimento de fraternidade universal. Seus padrões morais e humanos tendem a nos conduzir para nos tornarmos mais compassivos e misericordiosos.

Kuan Yin aparece nas nossas vidas para dizer que está na hora de alimentarmos nossos corações com a compaixão. Compaixão pelos outros e também por nós mesmos. Você se importa pelos sentimentos dos outros? Ou não se interessa? O que lhe afasta da compaixão? Você é daquelas pessoas que feri antes de ser ferida? Tem medo de abrir seu coração? Compreende-se por compaixão a capacidade de ouvir, de dar aos outros e a si mesma um espaço para experimentar tudo que deve ser experimentado e sentido. Não fuja de seus sentimentos, a jornada da vida nos presenteia com inúmeras vivências, que devem ser degustadas nos fazendo desenvolver a compaixão por nós mesmos, assim como pelos outros. De tal modo, esta maneira, fácil e confortável de pensar, levará o mundo lentamente, mas inevitavelmente, a se tornar um lugar melhor.




PRÁTICA DE ORAÇÃO E CONSAGRAÇÃO DA ÁGUA

Medita-se nEla por alguns minutos, buscando conexão com nossa querida Deusa. Em seguida é chegada a hora de fazermos uma oração pessoal, que pode ser de agradecimentos, pedidos ou somente uma comunicação silenciosa, e então inicia-se a consagração de nossa água.

Pega-se com as duas mãos uma taça contendo água potável, elevando-a e falando:


Amada Kuan Yin

Abençoe esta água com todo o seu amor e bondade,

Que ela seja útil para levar tua salvação

A todos os seres, conforme tua vontade.

Que através do teu poder, esta água possa torna-se

o Sagrado Elixir Libertador.

Salve Kuan Yin P'usa!

Que o manto de tua compaixão e misericórdia

cubram todos os seres da Terra.

Que esta água purificadora limpe corpos e almas.

Que tua chama queime as impurezas dos três mundos.

Ofereço minhas respeitosas reverências a Kuan Yin P'usa,

a quem adoro e a quem servirei eternamente!

Imploro que meu coração seja consolado pela Senhora!!!

Acredita-se que Kwan Yin freqüentemente aparece no céu ou nas ondas para salvar aqueles que a invocam quando em perigo. Histórias pessoais podem ser ouvidas em Taiwan, por exemplo, de pessoas que a viram durante a Segunda Guerra Mundial aparecendo no céu como uma jovem, agarrando as bombas e cobrindo-as com as suas vestes brancas para que não explodissem.

Ela passou por numerosas encarnações antes de sua ascensão há milhares de anos e aceitou o voto de bodhisattva para ensinar aos filhos de Deus não ascensionados como equilibrar seus carmas e cumprir seus planos divinos com serviço amoroso à vida e a aplicação da chama violeta pela ciência da Palavra falada.

Kwan Yin é originária do planeta Vênus e chegou à Terra juntamente com a comitiva de Sanat Kumara há 16 milhões de anos, quando este tomava posse como Senhor do Mundo, na regência da Terra. Como Mestra de Saint Germain , ela o acompanhou e inspirou em suas inúmeras missões na Terra, com a intenção de ajudar a humanidade em sua elevação.

Nos momentos de grave necessidade, eleve a sua mente até Kwan Yin, emita o mantra "Om Mani Padme Hum" e faça o seu pedido com fé...

"Te suplico minha Mãe, tenha compaixão, cure-me de todas as mágoas que me faz sofrer. Cubra-me com suas vestes brancas, purifique meu coração, para que nele permaneça apenas o verdadeiro Amor".


OUVIR SEU NOME E CONTEMPLAR SUA FORMA
LIBERTA OS SERES HUMANOS DE TODOS OS MALES.

Sutra do Lótus.


Senhora Misericordiosa, alva Estrela-Guia em Fátima, em Catarina, em Lourdes, Khuan Shih Yin, enfim Santa Rainha, Verdadeira Imperatriz do Universo.
Verso de quietude e serenidade, Pura Compaixão, Sagrado Ventre Estelar da Paz
Bendita Mãe Divina traz luminosidade e fraternidade para transportar os seres sencientes pelo oceano do Samsara
Ah, Bodhisattva Celeste, Rainha das cavernas, montanhas e fontes.
Purifica toda a terra insana, hedionda e maculada com Crísticos Lírios do Campo.
Estenda Teu Manto além dos horizontes. Além da esquálida percepção humana.
Divina Senhora da Providência, daí-nos Tua Paciência Materna
Entre os numes supremos do céu até os Portais Ocultos
Faça-nos luminosos nas floradas dos dias, na alvorada dos roserais.
Que estes filamentos alvos-dourados, vindos destas mãos angelicais
Alcancem todos os cantões e todos os fronts.
Mãe Universal, que venha dos Montes, Gabriel e Miguel.
Doce Maria, Senhora do mar, da terra e do céu
Kuan Yin, aquela-que-ouve-os-prantos, Benigna Tara
Em tuas Grutas e em teus Grotões, pescadores, camponeses e sábios taoístas rendem infindas venerações.
Oh, Mãe do amor e da compaixão!
Sobre a altivez da flor de Lótus, conduza-nos à sublime iluminação...
Vem Divina Senhora, outra vez, cuidar e zelar por teus filhos
No toque dos sinos, nos domingos de silos,



Em Fátima, em Catarina, em Lourdes, em Kuan Shih Yin ou em Tara...
Traga-nos o Potala, a paz e a harmonia de vossa gruta sagrada
Permaneça Nossa Senhora da Estrela-Guia, ao longo desta secular estrada.
Que nenhum de teus fiéis seguidores esteja sozinho na celebração, no décimo nono dia do sexto mês lunar, durante as meditações contemplativas, no raiar do novo caminho.
Iluminando, guiando e protegendo, liberta-nos de todos os males e permaneça sempre presente.
Sempre Materna, Divina Encarnação da Pura Compaixão.



Nota do autorA Divina Mãe, a Mãe do Universo, Nossa Senhora Divina da Providência, enfim Virgem Maria, a Mãe de Cristo, nunca abandonou os teus filhos terrestres.
Pelos quatro cantos do mundo, na ótica cristã a Mãe Universal sempre esteve e estará presente em Fátima, em Catarina ou em Lourdes... A Mãe Divina também está no budismo em Kuan Shih Yin, ( o Bodhisattva, ser humano que, tendo alcançado a perfeição, foi dispensado do retorno à roda da vida - Samsara). Neste caso, a deusa Kuan Yin, a Mãe Universal da Compaixão e do Amor, é adorada e celebrada por pescadores, camponeses e sábios taoístas em todo o Extremo Oriente. E no tantra tibetano, na figura de Tara, Poder Salvador da Compaixão, vinda de seu principal progenitor Avalokiteshvara ou Avalokita, novamente a Mãe Divina se expressa como personificação simbólica da divina compaixão - aquela-que-dá-ouvidos-aos-prantos do mundo-. É ainda um fascinante veículo iogue pelo qual é possível atingir a iluminação, percebendo a natureza derradeira da realidade.
Que a Divina Mãe nos abençoe e nos proteja. Amém.

Nota Sobre a Misericórdia de Bodhisattva Guan-Yin:
reflexão a partir do artigo “Mother Mary Comes To Me
– A Radical Insegurança da Condição Humana”





Ho Yeh Chia
(FFLCH-USP)


Empreendi a tarefa da tradução do artigo “Mother Mary comes to me – a radical insegurança da condição humana” para o chinês, porque fiquei impressionada, não só pela beleza mas principalmente, pela relevância do tema: a insegurança humana e a misericórdia divina, configurada em Maria de Nazaré. Esta misericórdia nos é concedida uma vez que tenhamos a humildade de pedi-la...

Sendo eu budista, a figura da Virgem Maria me lembra muito a de Bodhisattva Guan-Yin, não somente porque ambas simbolizam – cada qual na sua tradição – a pureza, a coragem, e a fé, mas principalmente porque representam o amor feminino (essencialmente materno), a compaixão e a misericórdia, ou seja, aquela que tudo perdoa.

No atual budismo chinês, os Bodhisattvas mais populares são a Guan-Yin e o Di Zhang Wang [1] .

Para leitores ocidentais, vale lembrar aqui que Bodhisattvas (em chinês, pu-ti-sa-to, 菩提薩多, ou pu-sa菩薩) são espíritos perfeitos, como explica Karl Ludvig Reichelt, em Truth and Tradition in Chinese Buddhism:

“Eles podem, se quiserem, entrar na plena dignidade búdica na eterna paz e felicidade, mas eles não o fazem no tempo presente, porque como bodhisattvas eles podem mais facilmente buscar aquela parte da criação ainda submetidas a peculiares condições incertas e dolorosas para almas a caminho.

“Kuan-Yin, um dos cinco bodhisattvas mais conhecidos, é o Avalokitesvara Indo-Tibetano, a divindade que atende ao grito da angústia, e se volta para o sofredor. Esta figura, pouco a pouco, vem se destacando mais que outros bodhisattvas para significar o espírito, o misericordioso e bondoso espírito que acende em todas as criaturas o desejo de uma renovação do coração, e que os protege contra toda dor e tristeza. Nos tempos primitivos, Kuan-Yin era geralmente considerado como masculino, e ainda se vê em certos mosteiros na China uma enorme figura com barba e expressão viril, que mostra Kuan-Yin como um homem. Nessa forma, Kuan-Yin é chamado filho de Amitabha. Pouco a pouco, características femininas vão se tornando mais proeminentes. Isto ocorre na medida em que a concepção de espírito torna-se dominante, e tudo que os chineses podem imaginar de ternura materna e graça feminina foi atribuído a ela. Ela se tornou a Senhora compassiva do oriente.

“Kuan-Yin, como os outros bodhisattvas, fez grandes votos. Ela irá se encarnar nas mais variadas formas, para salvar a humanidade. Por isso ela se deixa nascer ora nesse grupo, ora naquele: entre ladrões, entre criminosos na prisão, entre angustiados marinheiros e viajantes. Conhecemos cerca de trinta e duas diferentes formas, “ying”. Seu aniversário é celebrada no décimo nono dia do segundo mês; seu ingresso na Sabedoria Plena é comemorado no décimo nono dia do sexto mês; sua morte, ou melhor, seu ingresso no Nirvana, é dado por ocorrido no décimo nono dia do nono mês. Entre o povo, essas três datas são muitas vezes conhecidas como “aniversário de Kuan-Yin”. A confusão é fácil de entender: Essas festas são ocasiões muito alegres. Todos saem à rua, os templos e as cidades são decorados para a festa, para kuan-Yin, a Divindade da Misericórdia, é extremamente popular”. (p. 179 e pps)



Bodisatwa Guan-Yin foi consagrada, universalmente nas diversas correntes budistas, como principal figura da devoção. Não é necessariamente uma deusa, porque guarda traços humanos. Por exemplo, conta-se, na tradição popular, que ela foi uma princesa na antiga Índia, era a mais bela e piedosa entre todas; não gostava de vestidos luxuosos, nem de pratos finos feitos com carnes de animais, embora tudo isso lhe fosse oferecido como direito. Alimentava-se de verduras, porque não suportava ver animais sendo mortos; vestia-se de panos grossos porque gostava de ser simples; e era a mais piedosa entre as filhas. Mas quando chegou o momento de casar, fugiu do palácio porque queria buscar o seu caminho e se dedicar ao ascetismo, seguir o exemplo de Buda. Ao ser obrigada pelos seus pais a contrair casamento, ajoelhou-se diante do palácio do rei, durante dias e noites, sem nada comer, passando frio e tomando vento e chuva, apenas recitando o “Sutra da Grande Compaixão”. E assim, sua fé venceu todas as barreiras. Quando alcançou o Nirvana, não teve desprendimento suficiente para deixar o mundo, porque a sua compaixão era tão forte e infinita que lhe deu forças para fazer o maior voto que alguém podia desejar realizar: “enquanto houver almas sofredoras sobre a face da Terra, não abandonarei esse mundo, e ajudarei todos a alcançar a libertação”. E assim, ela é oficialmente chamada a “Grande Misericordiosa e Grande Compassiva Bodhisattva Guan-Shi-Yin” (a propósito, Guan-Shi-Yin, em chinês, significa literalmente: “Aquela que vê e que ouve o Mundo”).

Ela atende todos os apelos. Por mais desesperadas e “perdidas” que as pessoas possam estar, ela é incapaz de abandonar quem quer que seja, budista ou não, pois, na compreensão budista, todos os homens são de natureza búdica (luz que reflete a si mesmo), pouco importa a que religião pertençam; ou seja, seres humanos são budas em potencial.

Feitas as considerações acima, vale dizer que o referido artigo é importante e recomendável também para leitores budistas que vivem na atual sociedade consumista e materialista. Torna-se ainda mais relevante uma vez que o quadro internacional que se encontra nesse momento extremamente delicado e crítico; quanto ao mundo chinês (o continental) que há pouco se abriu para o mundo capitalista, e agora ingressa na Organização Mundial de Comércio, uma reflexão profunda é prudente. Cabe a cada um discernir e não deixar que desvie a sua infinitude para desejos superficiais! De qualquer forma, as graças que propiciam a salvação, quer pela Maria Mãe, quer pelo Bodhisattva, nos são oferecidas, de forma aberta e maternal, pacientemente, incondicionalmente e eternamente.

Meditação de Luz.

Meditação do Amor

Sente-se ou deite confortavelmente
Se desejar coloque uma musica para relaxar
Sinta as emanações de amor. voce não precisa sentir o amor
como uma emoção forte com excitação, apenas sinta calmamente.
O amor é calmo como o agradecimento e a compaixão
Ao fazer a meditaçao do amor, é bom sorrir sempre .
Use a sua imaginaçao, visualize o amor como uma luz rosa brilhando.
Imagine que essa luz do amor saindo do seu peito e se expandindo para todo seu corpo.
Agora imagine que toda celula do seu corpo esta brilhando com a luz forte do amor.
Sinta e aproveite este sentimento de amor no seu corpo.
É normal que seu corpo vibre ao fazer a meditaçao do amor.
Não se assuste, relaxe apenas.
Agora , imagine que de cada celula do seu corpo esta radiando essa luz rosa do amor
ao seu redor preenchendo todo o ambiente.
Imagine que essa luz rosa esta se espalhando ainda mais, e esta espalhando por toda a cidade.
Imagine que todas as pessoas , plantas , e animais se sentem felizes quando sao expostos a essa luz rosa de puro amor.
Agora imagine que essa luz rosa esta enchendo todo o planeta . Imagine que todos os seres viventes estao cheios com essa luz rosa do amor.
Faça isso por 15 a 30 minutos todo dia.
Voce tambem pode mandar amor a quem quer que seja, simplesmente imaginando essa luz rosa do amor sendo enviada e envolvendo essa pessoa.

Beneficios que nos temos quando fazemos a meditaçao do amor todo dia...:
1. As pessoas em volta a voce vao te tratar bem..
2. Voce vai se sentir bem , e podera reduzir o estresse
e emoçoes negativas , ao fazer a meditaçao do amor.
3. Voce vai se sentir com saude.
4. Sua vida vai mudar e voce tera boa sorte.
Onde os outros vejam a luz do novo dia ,
logo apos quando nasce o sol ,
eu vejo a alma de DEUS gritando de alegria
Kwan Yin
MEDITAÇÃO DA CHAMA VIOLETA DE KUAN YIN

Quando você se sentir, triste, pesado, denso, ou até mesmo desesperado, faça esta pequena meditação que a sensação de paz, leveza e luz retornará a você. Esta meditação também pode ser utilizada todos os dias, no final do dia, para purificação do corpo físico e dos corpos sutis. Sente-se confortavelmente. Não ha’ necessidade de nenhuma posição complicada de yoga. Ou fique de pé, com os joelhos semi-flexionados e ocorpo ereto e relaxado. Feche os olhos. Respire profundamente, inspirando pelo nariz e expirando pela boca, bem devagar. A cada inspiração você envia o ar para as partes tensas do corpo e quando espira relaxa cada uma delas até estar com todo o corpo em relaxamento. Deixe sua mente livre visualizando uma leve bruma violeta que vem do céu. Deixe que esta bruma lhe envolva por completo. Respire esta nuvem violeta por algum tempo. Cada vez que esta entrar no seu corpo e aura, toda a energia densa começa a evaporar numa nuvem negra, depois cinza, e por último, branca. Sinta-se cada vez mais calmo e leve conforme a bruma branca toma conta de todo o seu corpo e se mistura a violeta gerando um belo lilás brilhante. Entoe o mantra (pode ser simplesmente mental) OM MANI PADME HUM por 108X. Utilize um rosário (mala) se desejar Pouco a pouco deixe a imagem de Kuan Yin vir até você. Ela está toda de branco e sorrindo. De suas mãos saem pequenas estrelas violeta que adentram nos seus chakras . Sinta o amor e a luz desta deusa magnífica. Peça a ela que lhe purifique, equilibre e energize


Paz Inverencial.

MANTRAS PARA INVOCAR A KUAN YIN


NAMO TA-PEI KWAN SHIH YIN P'U-SA
(em Chinês)

Namo Kuan Shih Yin Pu Sa - Mantra de Kuan Yin

Explicação do Mantra

"NAMO KUAN SHIH YIN PU SA


Eu me refugio na Luz de Kuan Yin
Saudações à Kuan Yin, a mais Compassiva e Misericordiosa Bodhisattva
É a invocação ao nome de Kuan Yin
Salve Kuan Shih Yin, Bodhisattva


Poderoso mantra da Amada Kuan Yin. Ao pronunciarmos um mantra com respeito e devoção, formas pensamento emanadas pelo som produzido, se unem à formas idênticas emitidas por todos que entoam o mesmo mantra, no tempo e no espaço, criando um campo vibracional muito poderoso e retornam ao ponto de origem , ou seja, às pessoas que pedem pelas bênçaos do mantra e o cantam com fé.


Ao pé da letra esse mantra significa (no Discovering Kwan Yin):

Namo: é uma invocação que significa Eu tomo refúgio em
Kuan : o caracter chines Guan significa observa
Shih: significa mundo
Yin : significa sons
Pu Sa: significa bodhisatva

Eu me refugio no Bodhisatva que observa os sons do mundo!!!



"Que as bênçãos da Mestra estejam presentes na vida de todos nós!"


Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa"




Texto de Rose Colaneri.



NAMO MAHA KARUNA KWAN YIN BODHISATTVA
(em Sânscrito)

OM MANI PADME HUM

Esta maravilhosa invocação significa: "Saúdo a Jóia do Lótus". Algumas Divindades e Seres Ascendidos são visualizados e representados com uma flor de Lótus. Assim também nossa Amada Kuan Yin pode ser vista sentada sobre uma destas flores. Esta mantra está gravado em muitas orações, em elementos ornamentais (anéis, pulseiras, medalhões, etc.), assim como em pedras de muitos templos. É uma poderosa corrente de energia espiritual, da qual você pode se conectar através deste mantra, falado oral ou mentalmente em atitude de meditação.
 OM-MANI-PADME-HUM que significa "A jóia do Lótus" .

Este Mantra te conecta com a energia da mestra ascensa Kwan Yin.

Este Mantra protege a aura evitando que baixe a energia. Cada parte deste Mantra produz algo:

OM, sentes a ligação com Kwan Yin.

MANI, significa Jóia. ajuda a eliminar as más energias da aura.

PADME, significa Lótus, harmoniza a aura.

HUM, estimula a percepção da aura e estimula sua harmonia.



MANTRA DA GRANDE COMPAIXÃO

NAMO RATNA TRAYAYA / NAMA ARYA GYANA SAGARA / BEROTSANA BUHARADZAYA / TATAGATAYA / ARHATAY SAMYAK SAMBUDDHYA / NAMA SARVATATHAGATAY BAY / ARHATAY BAY / SAMYAK SAMBUDDHAY BAY / NAMA ARYAAVALOKITAY SHORAYA / BODHISATTOYA / MAHASATTOYA / MAHA KARUNIKAYA /TAYATA / OM DARA DARA / DIRI DIRI / DURU DURU / ITAY WATAY / TSALAYTSALAY /PRATSALAY PRATSALAY / KUSUMAY KUSUMAY WARAY / ILI MILI TSITIDZOLA / APANAYAY SOHA