Palmares já é uma cidade barulhenta, com exageros dos volumes sonoros dos carros de sonorização (existem Leis regulamentadoras dos limites que não são obedecidas e não existe fiscalização). E em época de campanhas eleitorais a situação piora.
Situação terrível quando estamos atendendo um telefone e os barulhos dos carros de sonorização invadem nosso lar, atrapalhando a conversa (e até mesmo as conversas com amigos e família somos obrigados a parar e esperar que o barulho passe para continuar a conversa).
Há tempo eu disse que não votaria nos candidatos que mais fizessem barulho passando por onde habito e no meu local de trabalho.
Os carros dos desrespeitadores adoram ficar passando pela rua onde resido. Não sei porque esses carros de sonorização ficam a circular pelo centro de cidade, como se na periferia não existisse eleitores (mesmo assim,periferia também não é lugar para poluição sonora de quem forçadamente quer que ouçamos as músicas e mensagens políticas).
É uma invasão domiciliar porque os sons entram nas nossas residências mesmo que as portas e janelas estejam fechadas.
Em 2008, durante período de campanha eleitoral eu visitei Fortaleza (CE) e fiquei contente ao ver como há regras de limites sonoros para carros de propagandas. Os carros passando perto e sem incomodar atender celular e as conversas com amigos. Vi que ali tem Leis sendo respeitadas, obedecidas e quem faça cumprir as Leis, algo que em Palmares não existe (há quem diga há muito tempo que Palmares é uma Cidade sem Lei)...
Meus amigos, quando as músicas de campanhas políticas fazem muito barulho, irritam nosso sistema nervoso e somos forçados a ouvir dia todo, elas ficam enjoativas, nos levando ao ponto de perder a vontade de votar no candidato. Os especialistas em audição dizem que a poluição sonora leva ao stress. E esse stress recai no candidato que perde votos: “Estou de saco cheio, no votarei nesse chato que tem a cara da música irritante!”...
Por exemplo, tem uma música que repete muito “vermelho, amarelo”... Então minha reação foi a seguinte: passar um tempo se vestir camisas com essas cores... E digo, vermelha fica nossa fisionomia ao ver e ouvir o referido candidato tentando ludibriar o eleitor brasileiro, querendo mostrar a administração dele como um modelo de perfeição, enquanto vimos os absurdos impetrados pelos mandatários dele e ele! Amarela ficará a fisionomia dele quando perder a eleição!
Tem outra propaganda chata com um cantor gritante que fica repetindo, “Ele está chegando, ele está chegando”... Do jeito que grito isso, parece que está avisando aos eleitores para ter cuidado (sai da frente, se esconde)... KKKK... E parece um plágio do jargão da campanha de Beto: “Olha ele aí! Olha ele ai!” (dá para desconfiar em propaganda subliminar).
O uso reiterado dessas práticas não é novidade. Os politiqueiros mantém uma laboratório elucubrando as mesmas práticas seculares anacrônicas que para as pessoas que analisam bem as conjunturas e os fatos, podem dissecar tudo ao vivo e em cores.
Irrita mesmo! E nem gosto de dizer os nomes desses tipos
Sou Jaorish. Poeta, Ator, Diretor de Teatro, Técnico de Palco (cenógrafo, iluminador e sonoplasta) e Escritor. Neste espaço publicarei algumas das minhas obras, comentários, críticas de amigos, etc.
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
* Quando o tempo me consumir
A vida
consumida pelo tempo.
A vida
resumida nos segundos dos anos
Das horas
somadas no armário das recordações.
Vida de um
reviver sob os chicotes radioativos das translações e rotações,
Do sistema
planetário que nos leva ao branquear e pratear dos cabelos...
Experiências
a serem arquivadas...
Decepções e
dores a serem evitadas e não repetidas...
O tempo
consumidor da matéria e fortalecedor da espiritualidade...
O tempo que
temos por merecimentos e conquistas...
O tempo que
cabe em nossas mãos e a mente pode repassar o filme da vida num lapso de
segundo...
Temos
somente nossos o tempo e a vida.
Afinal
atraímos as energias e as conseqüências. A vida é construída pelas energias que
atraímos e pelas conseqüências das nossas ações e todos os frutos da nossa
mente.
No final
dessa caminhada terrestre, levamos a sutil energia do que pensamos e construímos
na espiritualidade.
Fica somente
a matéria usada para servir de adubo e fertilizar novas vidas vegetais.
Reafirmo o
já dito por minha mãe: “-Quando eu sair deste mundo, aproveite bem o que restou, plantando uma árvore frondosa sobre meu túmulo para servir de sombra e proteção
e purificadora do ar!... E que eu continue como ser de flores e frutos”...
domingo, 20 de abril de 2014
* Quaresma e Páscoa se originam em Religiões pagãs e não cristãs!
ORIGENS VERDADEIRAS DA PÁSCOA
Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de
Cristo, a Páscoa anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera. A Páscoa
sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto
muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A
palavra “páscoa” – do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e latim “pache” –
significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera (ou
vernal), que no hemisfério norte ocorre a 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou
23 de setembro.
A festa da Páscoa celebrada pelos cristãos nos tempos
pós-apostólicos era uma continuação da festa judia, mas não foi instituída por
Cristo, nem estava relacionada com a Quaresma. A festa pagã em homenagem a
deusa da primavera, Eástre (outra forma do nome Astarte, um dos títulos da
deusa babilônica, a rainha dos céus), era totalmente diferente daquela Páscoa;
mesmo assim, a festa pagã conseguiu introduzir-se na apóstata religião ocidental
sob a forma de páscoa, como parte da tentativa de adaptar as festas pagãs no
seio da cristandade.
É certo que em inglês recebe o
nome de Easter, derivado de Eastre, o que evidencia a verdadeira origem pagã da
chamada páscoa cristã, que não coincide no tempo com a páscoa judia.” Ou seja,
a versão moderna desta festa não tem origem bíblica, senão que se deriva do
culto a Astarté, uma deusa caldéia (babilônica) conhecida com a “rainha dos
céus”. Ela é mencionada por este mesmo nome na Bíblia, no livro de Jeremias
7:18 e 44:17-19,25.
Estre é o antigo nome europeu que se dava a mesma deusa
venerada pelos babilônios, Astarté ou Istar, deusa da fertilidade, cuja
celebração mais importante se dava na primavera (no hemisfério norte). No mesmo
artigo e sob o subtítulo “Ovos de Páscoa”, lemos que “o costume pode ter sua
origem no paganismo pois uma grande quantidade de costumes pagãos, que
celebravam o retorno da primavera, foram introduzidos na Páscoa”. O subtítulo
“Coelho de Páscoa” afirma: “o coelho é um símbolo pagão e sempre foi um emblema
da fertilidade”.
A
deusa Ostara (Ishtar, também se usa a ortografia "Eostre"), a quem a
Páscoa [pagã, em inglês "Easter"].
A Páscoa pagã é uma data móvel que usa a prática comum da astrologia; é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova após Ostara. Essa data também tem absolutamente a ver com a Páscoa judaica e com a ressurreição de Jesus Cristo! Esse dia na tradição pagã celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera (daqui partiu a ideia de que Jesus Cristo ressucitou). Dias actuais em muitas sociedades e muitos países têm um equivalente para a sexta-feira santa! É a "Sexta da Páscoa", e tem historicamente sido alocada na terceira lua cheia a partir do início do ano. Desde a associação da Páscoa pagã com a ressurreição de Jesus, a sexta-feira santa é fixada permanentemente na sexta-feira anterior à Páscoa. A Páscoa pagã está imersa nos mistérios babilônios!
A Páscoa pagã é uma data móvel que usa a prática comum da astrologia; é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova após Ostara. Essa data também tem absolutamente a ver com a Páscoa judaica e com a ressurreição de Jesus Cristo! Esse dia na tradição pagã celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera (daqui partiu a ideia de que Jesus Cristo ressucitou). Dias actuais em muitas sociedades e muitos países têm um equivalente para a sexta-feira santa! É a "Sexta da Páscoa", e tem historicamente sido alocada na terceira lua cheia a partir do início do ano. Desde a associação da Páscoa pagã com a ressurreição de Jesus, a sexta-feira santa é fixada permanentemente na sexta-feira anterior à Páscoa. A Páscoa pagã está imersa nos mistérios babilônios!
A
deusa babilônia Ishtar é aquela a quem a Páscoa se refere (Pagan
Traditions of Holidays, pg 9). Semíramis é considerada co-fundadora com Ninrode
de todas as religiões ocultistas.
A Páscoa pagã — o Dia de Ishtar — é celebrada amplamente em várias culturas, sociedades e religiões do mundo.
1. Babilônia — Ishtar (Easter), também chamada Deusa da Lua
2. Católicos, Cristão e Ocidentais) — Virgem Maria (Rainha dos Céus)
3. Chineses — Shingmoo
4. Druidas — Virgo Paritura
5. Egito — Ísis
6. Efésios — Diana
7. Etruscos — Nutria
8. Alemães (antigos) — Herta
9. Gregos — Afrodite / Ceres
10. Índia — Isi / Indrani
11. Judeus — Astarte (Rainha dos Céus)
12. Krishna — Devaki
13. Roma — Vênus / Fortuna
14. Escandinavos — Disa
15. Sumérios — Nana ("America's Occult Holidays", Doc Marquis and Sam Pollard. pg 13)
Os babilônios celebravam este dia como dia como o retorno de Ishtar (Easter), a deusa da Primavera. Esse dia celebrava o renascimento, ou reencarnação, da Natureza e da deusa da Natureza. De acordo com a lenda babilônia, um grande ovo caiu dos céus no rio Eufrates e a deusa Ishtar (Easter) eclodiu de dentro dele. Mais tarde, surgiu uma versão que incluía um ninho, em que o ovo pôde ser incubado até eclodir. Um cesto de palha ou vime era produzido para colocar o ovo da Páscoa [o ovo de Ishtar]. A Procura do Ovo de Páscoa Escondido foi criada porque, se alguém encontrasse o ovo enquanto a deusa estava "renascendo", ela concederia uma benção especial ao felizardo! Como essa era uma festividade alegre da primavera, os ovos eram pintados com as brilhantes cores da primavera. [Ibidem].(Daqui surgiu a lenda do ovo da Páscoa)
A Páscoa pagã — o Dia de Ishtar — é celebrada amplamente em várias culturas, sociedades e religiões do mundo.
1. Babilônia — Ishtar (Easter), também chamada Deusa da Lua
2. Católicos, Cristão e Ocidentais) — Virgem Maria (Rainha dos Céus)
3. Chineses — Shingmoo
4. Druidas — Virgo Paritura
5. Egito — Ísis
6. Efésios — Diana
7. Etruscos — Nutria
8. Alemães (antigos) — Herta
9. Gregos — Afrodite / Ceres
10. Índia — Isi / Indrani
11. Judeus — Astarte (Rainha dos Céus)
12. Krishna — Devaki
13. Roma — Vênus / Fortuna
14. Escandinavos — Disa
15. Sumérios — Nana ("America's Occult Holidays", Doc Marquis and Sam Pollard. pg 13)
Os babilônios celebravam este dia como dia como o retorno de Ishtar (Easter), a deusa da Primavera. Esse dia celebrava o renascimento, ou reencarnação, da Natureza e da deusa da Natureza. De acordo com a lenda babilônia, um grande ovo caiu dos céus no rio Eufrates e a deusa Ishtar (Easter) eclodiu de dentro dele. Mais tarde, surgiu uma versão que incluía um ninho, em que o ovo pôde ser incubado até eclodir. Um cesto de palha ou vime era produzido para colocar o ovo da Páscoa [o ovo de Ishtar]. A Procura do Ovo de Páscoa Escondido foi criada porque, se alguém encontrasse o ovo enquanto a deusa estava "renascendo", ela concederia uma benção especial ao felizardo! Como essa era uma festividade alegre da primavera, os ovos eram pintados com as brilhantes cores da primavera. [Ibidem].(Daqui surgiu a lenda do ovo da Páscoa)
O Coelho ou Coelhinho da Páscoa
"O totem da deusa, a lua-lebre, punha ovos para as crianças comportadas comerem... a lebre da Páscoa era a forma como os celtas imaginavam a superfície da lua cheia..." (Pagan Traditions of Holidays, pg 10). Não precisa me dizer que as lebres não botam ovos, porque sabe-se muito bem muito bem; estamos lidando com uma lenda aqui, e com uma lenda ocultista. Tradicionalmente, essas lendas brincam com os fatos reais. Assim, "Easter" — Eostre ou Ishtar — era uma deusa considerada deusa da fertilidade. Visto que o coelho é uma criatura que procria rapidamente, simbolizava o ato sexual; o ovo simbolizava "nascimento" e "renovação". Juntos, o coelho da Páscoa e o ovo de Páscoa simbolizam o ato sexual e o que nasceu deles, Semíramis e Tamuz.Oferendas de Páscoa — São derivadas da tradição em que os sacerdotes e sacerdotisas (hoje: Padres, irmanzinhas, Bispos, etc) traziam oferendas para os templos pagãos para a deusa da primavera, Ishtar. Eles traziam flores frescas da primavera e doces para colocar no altar do ídolo da deusa que adoravam. Eles também assavam um bolo de passas, decorando-o com cruzes para simbolizar a cruz de Wotan, ou algum outro deus pagão. De fato, o primeiro caso de Bolo de Frutas Secas pode ser rastreado até cerca de 1500 AC, até Cecrops, o fundador de Atenas (Marquis, pg 18). Nas celebrações do Velho Testamento no Israel, vemos mulheres que assavam esses bolos para oferecê-los em adoração à Rainha dos Céus [Jeremias 44:17-18 e Oséias 3:1]. A nota de rodapé para esse título "Rainha dos Céus" no Amplified Bible Commentary diz: "Uma deusa da fertilidade, provavelmente o título babilônio para Ishtar. Ela é identificada com o planeta Vênus. As oferendas para essa deusa incluíam bolos feitos na forma de uma estrela". Mais tarde os pagãos usaram não só a forma da estrela Pentalfa como também o bolo de frutas secas.
Outra oferenda popular a Ishtar eram as roupas novas, feitas ou compradas! Os sacerdotes usavam seus melhores trajes, enquanto as virgens vestais usavam vestidos brancos novos. Elas também usavam algo para cobrir as cabeças, como chapéus de palha ou toucas de tecido e muitas se adornavam com grinaldas de flores da primavera. Elas carregavam cestos de vime cheios de doces e alimentos para oferecerem aos deuses pagãos. (Quem sabe se a questão das irmazinhas terem que ser virgins não veio daqui).
Serviços de Páscoa ao nascer do sol
Eram iniciados pelos sacerdotes que serviam à deusa babilônia Ishtar para simbolicamente apressar a reencarnação de Ishtar/Easter.
Quaresma
É puramente pagã, e ainda assim foi aceita pela Igreja Católica Romana e pelas igrejas cristãs como "cristã". É preciso saber as raízes pagãs dessa tradição:A Quaresma é uma celebração da morte de Tamuz; a lenda diz que ele foi morto por um javali selvagem aos quarenta anos. Portanto, a Quaresma celebra um dia para cada ano de vida de Tamuz (America's Occult Holidays, de Doc Marquis e Sam Pollard). Os participantes deviam expressar seu pesar pela morte precoce de Tamuz pranteando, jejuando e se autoflagelando.
A Quaresma era celebrada por exatamente quarenta dias antes da celebração à deusa Ishtar/Eostre [a Páscoa pagã] e outras deusas pelas seguintes culturas: babilônios, católicos romanos, curdos, mexicanos, Israel antigo e, hoje, também pelas igrejas protestantes liberais.
A páscoa judaica (em hebraico פסח, ou seja,
passagem) é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário
judaico e que precede a Festa dos Pães Ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que
celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no
livro de Êxodo.
COMO AS RELIGIÕES COMEMORAM A PÁSCOA:
CATÓLICOS
A Páscoa dos católicos reintegra as realidades do Calvário e da Ressurreição de Cristo, mostrando os dois momentos da dor e da alegria.
A Páscoa dos católicos reintegra as realidades do Calvário e da Ressurreição de Cristo, mostrando os dois momentos da dor e da alegria.
ESPÍRITAS
O sentido de renovação da Páscoa para os cristãos espíritas se concretiza na renovação de si mesmo, na melhoria íntima e na evolução espiritual.
O sentido de renovação da Páscoa para os cristãos espíritas se concretiza na renovação de si mesmo, na melhoria íntima e na evolução espiritual.
EVANGÉLICOS
Como todos os cristãos tradicionais, os evangélicos dão grande importância à semana chamada Santa. É um período especial de estudo sobre os últimos dias da vida de Jesus de Nazaré. O Domingo de Páscoa representa a grande festa da vida, a esperança concreta para a salvação da humanidade perdida
Como todos os cristãos tradicionais, os evangélicos dão grande importância à semana chamada Santa. É um período especial de estudo sobre os últimos dias da vida de Jesus de Nazaré. O Domingo de Páscoa representa a grande festa da vida, a esperança concreta para a salvação da humanidade perdida
JUDEUS
A Páscoa judaica (do hebraico Pessach = passagem) remete a fatos ocorridos há cerca de três mil e trezentos anos atrás. Moisés foi o instrumento desta libertação. A data significa, então, a libertação do povo judeu do cativeiro do Egito.
A Páscoa judaica (do hebraico Pessach = passagem) remete a fatos ocorridos há cerca de três mil e trezentos anos atrás. Moisés foi o instrumento desta libertação. A data significa, então, a libertação do povo judeu do cativeiro do Egito.
MUÇULMANOS
Apesar de as raízes do Cristianismo e do Islamismo terem as mesmas origens, tendo como profetas Abraão, Noé e Moisés, os destinos históricos delas são diferentes. Para eles a Páscoa significa a renovação da fé.
Apesar de as raízes do Cristianismo e do Islamismo terem as mesmas origens, tendo como profetas Abraão, Noé e Moisés, os destinos históricos delas são diferentes. Para eles a Páscoa significa a renovação da fé.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos no Cristianismo
A
figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta
data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se
reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a
fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de
vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo,
por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa?
Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a
esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites,
jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
No livro Catholic Customs and Traditions, o escritor Greg Due
explica em detalhes o simbolismo do ovo nas antigas culturas pré-cristãs. “O
ovo se converteu num símbolo muito popular da Páscoa Florida. Os mitos sobre a
criação de muitos povos da antiguidade se baseiam num ovo cósmico que deu
origem ao universo”. Nos antigos povos do Egito e da Pérsia os amigos trocavam
ovos decorados no equinócio da primavera, isto é, no começo de um novo
ano.
Estes ovos eram para eles um
símbolo da fertilidade, pois muito se admiravam que saísse uma criatura viva do
interior de um ovo. Os cristãos ocidentais adotaram esta tradição e o ovo de
páscoa passou a ser um símbolo religioso. Chegou a representar o sepulcro do
qual emergiu Jesus (Costumes e Tradições Católicas, 1992, p. 101). O mesmo
autor explica que assim como o ovo, o coelho foi associado à Páscoa Florida por
simbolizar poderosamente a fertilidade: “com freqüência as crianças aprendem
que são os coelhos que trazem os ovos.”
O que estas fontes nos dizem é
que a cristandade substituiu o significado da Páscoa Bíblia e da Festa dos Pães
Asmos por coelhos e ovos, símbolos pagãos da fertilidade. Tais símbolos
desvirtuam e ocultam a verdade sobre a morte e ressurreição de Jesus Cristo.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
* NARIZ indica influência do Sol e da Lua
O nariz tem um lado direito e um esquerdo; usamos ambos para inspirar e expirar.
Na verdade eles são diferentes: o direito representa o Sol, o esquerdo, a Lua.
Durante uma dor de cabeça, tente fechar a narina direita e usar a esquerda para respirar.
dentro de cerca de cinco minutos a dor de cabeça deve ir embora.
Se você se sente cansado, faço o contrário: feche a narina esquerda e respire pela direita. Num instante sentirá sua mente aliviada.
O lado direito pertence ao "quente" (Sol) por isso esquenta rapidamente, o esquerdo pertence ao "frio"(Lua)
A maior parte das mulheres repira com o lado esquerdo do nariz, então se resfriam rapidamente.
A maioria dos homens respira pela narina direita e isso os influencia.
Repare no momento em que acordamos, qual dos lados respira melhor , ou mais? Direito ou esquerdo?
Se for o esquerdo você se sentirá cansado.
Então, feche a narina esquerda e use a direita para respirar, você se sentirá aliviado rapidamente.
Isso pode e deve ser ensinado às crianças, mas é mais efetivo quando praticado por adultos.
Meu amigo costumava ter fortes dores de cabeça e sempre ia ao médico.
Houve um tempo em que sofria de dores de cabeça literalmente todas as noites,ficando incapacitado para estudar
Ele tomava analgésicos , mas não funcionavam.
Ele decidiu tentar esta terapia de repiração: fechava a narina direita e respirava pela esquerda.
Em menos de uma semana sua dor de cabeça foi-se. Continuou o exercicio por um mes.
Essa terapia alternativa natural, sem medicamentos é algo em que ele tem experiência.
Então, por que não tentar?
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